O MEU ORGULHO
Lembro-me o que fui dantes. Quem me dera
Não lembrar! Em tardes dolorosas
Lembro-me que fui a primavera
Que em muros velhos faz nascer as rosas!
As minhas mãos outrora carinhosas
Pairavam como pombas… Quem soubera
Por que tudo passou e foi quimera,
E por que os muros velhos não dão rosas!
São sempre os que eu recordo que me esquecem…
Mas digo para mim: “Não me merecem…”
E já não fico tão abandonado!
Sinto que valho mais, mais pobrezinho:
Que também é orgulho ser sozinho
E também é nobreza não ter nada!
Sabe, acredito que nascemos sozinho e morremos sozinhos, no caminho encontramos outros "sozinhos" descobri que ninguém tem ninguém e que todos somos solitários... As pessoas não nos deixam elas apenas precisam de novos caminhos... Ninguém nos esquece... Sempre somos lembrados de um jeito ou de outro!!
ResponderExcluirMuito bem, o mundo se irradia com o regorgizo dos poetas.
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